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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

As Mil e uma Noites


Olá meninas...... Hoje vou postar algumas curiosidades do mundo árabe.

Quem nunca ouviu falar nas "Mil e uma Noites"? Você sabe o que essa expressão significa?
As Mil e uma Noites é o título de uma das mais famosas obras da literatura árabe, é composta por uma coloção de contos escritos entre os séculos XIII e XVI.
O que deixa o leitor interessado em ler todos os contos é fato deles interligados, isto é, um é complemento do outro. A obr conta história do rei Pérsia, da Pérsia, que traído pela esposa mandou matá-la, desse momento em diante decidiupassar cada noite com uma mulher diferente, que era degolada na manhã seguinte. Dentre as várias mulheres que desposou, Sherazade foi a mais esperta, realizados os atos de amor físico que acontecem nas noites de núpcias, quando o fogo do amor carnal já se esgotara no corpo do esposo, quando restava o raiar do dia para que a jovem fosse sacrificada, ela começa a falar. Iniciou um conto que suas palavras penetram os ouvidos vaginais do sultão. Suavemente


Com sua esperteza, Sherazade sabia que todo amor construído sobre as delícias do corpo tem vida breve. A chama se apaga tão logo o corpo se tenha esvaziado do fogo. O triste destino é ser decapitado pela madrugada: não é eterno, e então quando as chamas dos corpos já se haviam apagado, Sherazade sopra suavemente; fala, erotiza os vazios adormecidos do sultão. Acorda o mundo mágico da fantasia. Cada estória contém uma outra, dentro de si, infinitamente, e escapou da morte.


As Mil e uma Noites são estórias de cada um. Em cada um mora um sultão e em cada um mora uma Sherazade. Aqueles que se dedicam à sutil e deliciosa arte de fazer amor com a boca e o ouvido podem ter a esperança de que as madrugadas não terminarão com o vento que apaga a vela, mas com o sopro que a faz reacender-se...


As Mil e uma Noites se tornou conhecida no ocidente a partir de 1704, graças ao orientalista francês Antoine Galland.
                                           
                                                      Beijos Khadija Saad

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

**Porquê o Egito é considerado o Centro Mundial da Dança do Ventre**





Todos sabemos que a dança é praticada no Egito desde a antiguidade.


Mas vamos falar de como o Egito é importante no cenário atual da dança do ventre.

Desde que na década de 20 a bailarina Badia Massabai abriu uma casa noturna no Cairo, ela , juntamente com outras bailarinas , começaram a estudar novas formas de coreografias e apresentações de dança.

Nós podemos observar como a dança se desenvolveu naquela época assistindo aos vídeos de Samia Gamal, que començou a introduzir passos de ballet e coreografias com elementos modernos .

Os figurinos e cenários tinham uma nítida influência de hollywood.

Naquela época as bailarinas começaram a usar sapatos para se distinguir das classes mais pobres e mostrar que a dança do ventre gradualmente subia de status.

Esse processo continua até hoje , com as bailarinas se sofisticando cada vez mais e utilizando nos shows orquestras de até 75 músicos, coreógrafos e grupos de dança que dão sustentação ao show.

As produções de cinema também ajudam o desenvolvimento da dança. O Egito é o maior produtor de cinema do mundo árabe, constituindo um vasto mercado de trabalho para artistas é técnicos.

O Egito é ao mesmo tempo centro conservador das tradições da cultura árabe e vanguarda artística do Oriente Médio.



Fonte de pesquisa: http://www.giselebomentre.com.br/
                                           
                                                          Khadija Saad

domingo, 18 de julho de 2010

Ramadan



O Ramadan (nono mês do calendário Muçulmano) é um mês especial. É um tempo de reflexão, de devoção a Deus e de autocontrole. Para muitos, é um modo de autopurificação espiritual. Os muçulmanos jejuam durante todo o mês. O jejum começa quando o dia amanhece e termina no pôr do sol. Durante as horas do dia, não podem comer, beber ou fumar. Normalmente há uma refeição rápida (suhoor) no alvorecer e outra (iftar) no final do dia. Os marroquinos são proibidos por lei de desrespeitar publicamente o jejum e alguns são presos por este motivo.
Quando o mês de jejum termina, há uma celebração, o Id-al-Fitr (banquete da quebra do jejum), que dura três dias, onde presentes são trocados e amigos e famílias se reúnem para orar e para fazer grandes refeições.
 

Chás em Marrocos


Há 3 tipos principais de chá em Marrocos: O chá verde com menta, o chá de menta, o chá verde.
O chá só com menta é muito usual no Norte de Marrocos, o chá verde com menta é geral por todo o país e o chá verde simples é usado muito no Sul.
Parece que o chá verde foi introduzido em Marrocos no século XVIII quando um carregamento inglês de chá vindo da Ásia teve que ser deixado nos portos marroquinos. Mal sabiam os ingleses que estariam a influenciar de maneira brutal a cultura deste país africano.
O chá em Marrocos normalmente é carregado com açúcar, muito e em quantidades exageradas. Se não gosta ou não pode consumir açucar, diga antes de lhe servirem o chá. A recusa do mesmo pode parecer um pouco inadequado à situação.
Existem ainda outras variedades de chás e ervas que pode comprar nos mercados e souks pelas cidades. Existem pelos mercados “ervanárias naturais” com uma série de produtos desconhecidos e alguns até arrepiantes como lagartos embalsamados e gafanhotos secos para curar gripes e coisas do genero.


                                      Khadija Saad