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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Fan Veil (véu leque)

 
 
Na dança do ventre há diversas modalidades desde a clássica que não utiliza nenhum objeto, até outras variações com objetos cênicos.
 
Por exemplo é o caso do Fan Veil (véu leque). Confira abaixo:
 
Não se tem uma definição de onde começou a dança que conhecemos por Fan Veil, ou véu leque, mas há indício que sua origem tenha sido na dança oriental coreana e japonesa, Buchaechum (coreana)  e a Odori (japonesa).
 
O fan veil começou a aparecer na dança do ventre por volta de 2003. Época em que vários grupos de dança chinesas começaram a se apresenatar com frequência nos E.U.A., e por ter influenciado as praticantes da dança do ventre a fazerem essa fusão.
 
A fusão permite criar algo novo e diferente, como performance mais arrojadas.
 
Acredita-se que foi assim que os movimentos da dança chinesa se fundiram muito bem com os movimentos da dança do ventre.
 
A dança com os fans (leques) é uma oportunidade para aqueles que querem experimentar a fusão dos movimentos da dança do ventre, com rítimo coreano ou japonês. Quando bem trabalhados, ficam maravilhosos!
 
 
Assistam abaixo uma aparesentação de Fan Veil (leque). Super apresentação de Natália Barreto.
 
 
 
 
 
                                                                                                      Khadija Saad



sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Véu Wings

Olá meninas tudo bem? Como vocês podem ver pelo título vou falar sobre o véu wings, particularmente eu acho lindo este adereço passa uma impressão que a bailarina está voando.
Infelizmente, não há muita pesquisa a respeito deste véu na dança do ventre. Alguns dizem que é uma adaptação das imagens e rituais da Deusa Isis; outros falam que foram as americanas que introduziram este acessório em formato de asa para chamar a atenção do público.
Muitas bailarinas utilizam este véu em suas apresentações. Ele também é chamado de véu borboleta e asas de anjo por causa do formato em asa e pode ter várias cores e feito em diversos tecidos.   
Abaixo foto da minha professora no Show as Estrelas utilizando o véu wing, plissado e de uma cor só.


Mas hoje costumam se coloridos, fruta cor e até de seda. Na hora de escolher vai da personalidade da bailarina. Existem dois modelos básicos: o egípcio e o argentino. O egípcio possui um velcro que você prende no pescoço, limitando o uso do véu como borboleta.
Já no argentino, possui uma faixa mais comprida, e assim é possível brincar em diversas maneiras: você pode colocá-lo no pescoço, na cintura e fazer todos os movimentos que costuma realizar com o véu normal como o helicóptero, asa de anjo, leque... além de outros tipos de giros.
Dançar com o véu wing parece ser fácil, mas enganam-se quem pensa assim. Precisa ter o domínio dos movimentos. Sem contar de uma ótima postura e força nos braços são fundamentais para que os passos saiam bem executados e ao mesmo tempo em que leves.
Geralmente as bailarinas escolhem músicas modernas e utiliza o véu como entrada de um show.
E para quem gosta de algo mais clássico, dá para dançar algo mais lento, mas sem perder o ar de mistério. Mas na maioria das vezes ele é usado em entrada para chocar o público e passar a impressão que a bailarina voa pelo palco.
                                               
                            Khadija Saad