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terça-feira, 13 de maio de 2014

Deusa Maat

  

     Maat (Mayet) era a deusa da lei física e moral do Egito, retidão e da verdade, da justiça e da ordem.

     Maat é representada na forma de uma jovem mulher com a pele de ocre, sentada ou em pé. Ela usa vestes longas e segura um cetro em uma mão e um Ankh (símbolo da vida eterna) na outra. O símbolo de Maat era a pluma de avestruz e ela é sempre mostrada usando-a em seu cabelo, a qual era pesada contra o coração (alma) do morto no julgamento de Osíris.

     Ela era filha de Ra e esposa de Thoth e com ele teve oito filhos, onde podemos destacar o deus Amon, sendo o mais importante. Era irmã do faraó mítico Osíris ou Hórus.

     Sua oposição era sua irmã Isfet (o caos) que, embora fosse temida, era essencial pois ambos os áspectos, o positivo e o negativo, devem estar presente para que o equlíbrio pode existir.

    Maat era o espírito em que a justiça foi aplicada, em vez do estabelecimento detalhado de regras, Maat era basicamente a norma e os valores para a aplicação da justiça. Audiências foram realizadas em locais de culto de Maat, e lá os prisioneiros eram mantidos em prisão preventiva.

    Os  templos de Maat eram, em sua maioria, templos maiores de outras deusas, como Hothor e Ísis. Alguns cemitérios, como o de Tebas, foram designados como "locais de maat" mas, a mais antiga evidência de um templo está no Império Novo (1569 a 1081 a. C.) apesar de sua grande importância era atribuído à deusa.
   
                                                                                                  Khadija Saad


Fonte: http://portal-dos-mitos.blogspot.com.br/2013/10/maat.html
           http://pt.wikipedia.org/wiki/Maat



terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Sekhmet - Deusa da guerra




Sekhmet é deusa da guerra, já foi muito temida no Egito antigo por ser símbolo da punição de Rá, ela já foi casada com o deus Ptah, mas acabaram se separando e Path se casou novamente com a filha de Rá e Sekhmet: Bastet.
Sekhmet também é dusa das doenças, mas revela aos médicos as curas que ela mesma causou sendo assim uma deusa da cura também.
Sekhmet é muito confundida com sua filha Bastet, mas também as já tiveram o mesmo marido, ambas são ditas como mães de Nefertum, as duas são deusas felinas que tem poder sobre o Sol.
Sekhmet era uam seguidora muito fiel de Ra, ela seguia todas suas ordens cegamente assim como outra seguidora fiel de Rá: a Deusa Hathor, o curioso disso é que é dito que a Deusa Hathoe ao absorver a energia de Rá o abraçando, Hathor toma a forma de uma leoa e desce a terra para destruir a humanidade, assim se assemelhando muito a Sekhmet, pois Sekhmet quase exterminou toda a raça humana por uma ordem de Rá.
Rá precisou embebedá-la com vinho, pela semelhança de sua cor com sangue, para que ela não acabasse exterminando toda a raça humana.

Sob o reinado de Amenófis III forqam esculpidas muitas estátuas da Deusa Sekhmet. Adeusa é qualificada como "aquela cujo poder é tão grande quanto o infinito". Os epítetos presentes nas estátuas formaram uma litania gigantesca que evica uma Sekhmet-chama que repele a serpente e combate os inimigos do faraó. Uma força como está é dificil de se manipular, porque pode destruir o mundo. Mas graças a ela que o faraó conserva sua vitalidade. Está vivo entre os vivos, na condição de que Sekhmet seja apaziguada e domionada. Eis o motivo por que as estátuas de Sekhmet protegiam o acesso aos lugares sagrados, proibindo aos seres impuros e incapazes a entrada nos templos.
O ano ritual era encranda pela serpente "uraaeus" que, para simbolizar a multiplicidade dos dias, se desdobrava em 365 serpentes disposts em torno da coroa real. Há 365 estátuas de Sekhmet: em cada dia é necessário conquistar os favores da Deusa para que ela dispense uma energia positiva e proteja o faraó, o templo e até as moradias dos particulares.

RITUAL DE DANÇA

P´rocure um lugar onde você não possa ser interrompido e possa fazer barulho. Necessitará de um  tambor , uma almofada ou um bastão. Você poderá sentae ou ficar deitado, oque achar melhor.

Sente-se ou deite-se confortavelmente. Respire e inspire bem devagr contando até oito por três vezes. Depois respire novamente e com os olhos fechados visualize uma bela praia.
Sinta o cheiro do mar, escute o barulho das ondas e então perceba- se nela. Sinta o calor do sol que brinca sobre sua pele a brisa freca do oceano que massageia. Chame Sekhmet e peça-lhe que venha em seu auxiliop para ajudá-la a lidar com sua raiva. Ela aparecerá e se sentará em frente você.
Neste momento é hora de perguntar-se: "De que eu tenho raiva?" e ouça a resposta. Sekhmet lhe dirá para você buscar sua raiva de modo tranqüilo e assegura que, se você chamar ela virá. Quando a encontrar, revivencie o incidente no qual você sentiu raiva, enquanto repete: "Estou com muita raiva". Diga qual motivo de sua raiva. Sekhmet testemunhará todo acontecimento e dirá: "Eu ouvi, você está zangada".
Ponha-se de pé em um lugar seguro da sua praia e continue repetindo: "Eu estou com muita raiva". Se estiver com o tambor bata nele com força. Se preferir bater na almofada  o u usar o bastão para bater em algo, faça-o. Sekhmet está testemunhando toda sua raiva e gostando de você por isso, pois a raiva é sua e você TEM O DIREITO DE SENTI-LA. Vá fundo na sua raiva até senti-la que ela aos poucos vai se amenizando e se transformando em outra coisa.
Para encerrar, respire fundo, inalando toda a energia que você criou e transformou. Você se sentirá energizado e revigorado e então agradeça a presença de Sekhmet. Ela lhe pedirá um presente, que você dá de coração e em seguida seguirá seu caminho .
Respire novamente profunadamente e abra os olhos.
               Seja bem-vinda!

                                          Beijos Khadija Saad

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Deusa Bast



UMA GATA OU UMA MULHER com cabeça de gata simbolizava a deusa Bastet e representava os poderes benéficos do Sol. Seu centro de culto era Bubastis, cujo nome em egípcio - Per-Bastet - siganifica Casa de Bastet. Em seu templo naquela cidade a deusa-gata era adorada desde o Império Antigo (c. 2575 a 2134 a.C.) e suas efínges eram bastante numerosas, exixteindo, hoje, muitos exemplares delas espalhadas pelo mundo. Essa divindade também associada a Lua e protegia os partos e as mulheres grávidas de doenças e dos maus espíritos.Tornou-se ainda padroeira dos festivais, muito populares até a época romana, nos quais as bebedeiras eram comuns.

O NOME QUE OS EGÍPICIOS DAVAM ao gato era myw,que correspondia ao som que o bicho emite, ou seja o nosso conhecido miau, palavra onomatopaica que passou para outros idiomas, inclusive o protuguês, indicando o miado daquele animal. O gato, aliás, era um dos bichos mais estimados no Egito. Bastet era uma divindade bastante antiga, já citada nas primeiras dinastias, quando então era identificada como os gatos selvagens que povoavam o país. Foi a partir do Império Médio (c. 2040 a 1640 a.C.) que ela começou a ser assosciada com o gato doméstico. Seu nome siganifica "deusa do bas", palavra que identifica um jarro de unguento para cerimônias funerárias. Símbolo do amor materno, da fecundidade e da doçura , protegia os lares e a partir da IV dinastia (c. 2575 a.C.) aparece como mãe do faró, a quem ajuda.Sendo os soberanos da XII dinastia (1991 a 1783 a. C.) oriundos de Bubastis, tornaram a deusa de sua cidade natal uma divindade de cunho nacional. Dessa época em diante foi consdiderada filha de e os poderes benéficos do Sol lhe foram incorporados.

DURANTE O TERCEIRO PERÍODO Intermediários (c. 1070 a 712 a.C.) começaram a ser construídas necrópoles para abrigar múmias de gatos. Esses animais eram criados no templo de Bubastis com o ojetivo de serem sacrificados à deusa e mumificados. Devotos da divindade adquiriam tais múmias que eram envoltas em tecidos, colocadas em sarcófagos feitos sob medida e enterradas como oferendas à Bastet em túmulos subterrâneos cobertos com uma abóbada. Quando os reis líbios da XXII dinastia (c. 945 a 712 a. C.) fizeram de Bubastis sua capital, por volta de 944 a. C., o culto da deusa tornou-se particularmente desenvolvido.

A PARTIR DA XXVI DINASTIA (664 a 525 a.C.), agora já no chamado Período Tardio (c. 712 a 332 a.C.), tornou-se comum os adeptos da deusa lhe oferecerem, em seus templos, ex-votos na forma de estatuetas que representavam a divindade sob a forma de gato. Feitas geralmente de bronze, mas também de outros materiais, as esculturas costumavam trazer no pescoço um colar ou o olho Uedjat e brincos de ouro nas orelhas . Ao ser representada na forma humana podia trazer nas mãos um cetro, uma planta de papiro, um sistro, instrumento musical que tocava nas festividades, etc. No braço podia carregar cesto que, às vezes, aparece cheio de gatos.

DIZIA A LENDA que a deusa-leoa Sekhmet, após ter dizimado parte da humanidade, fora apaziguada e se transformara numa gata mansa. A terrível bebedora de sangue se transformara em Bastet, bebedoura de leite. Em Bubastis, cidade situada na região central do delta nilótico e principal centro de culto dessa deusa, as festas em sua homenagem eram muito concorridas. O historiador Heródoto (aprox. 480-425 a.C.), falando de tais festas no seu tempo, escreveu:

Os egípicios celebram todos os anos grandes números de festas. A mais importante e cujo cerimonial é observado com mair zelo é a que realiza em Bubastis. A vida em Bubastis por ocasião das festividades transforma-se por completo. Tudo é alegria, bulício e confusão. Nos barcos homens, mulheres e crianças, munidos, em sua maioria, de instrumentos musicais, predominante a flauta, cantos, de vozes, de ditos humorísticos e, as vezes, injuriosos, e de exclamações sem conta. Das outras localidades ribeirinhas afluem constantemente novos barcos igualmente enfeitados e igualmente pejados de pessoas de todas as classes e de todos os tipos, ansiosas por tomar parte nos folguedos, homenagear a deusa e imolar em sua homra grande número de vítimas que trazem consigo e previamente escolhidas. Enquanto dura a festa, não cessam as expansãoes de alegria, as danças e as libações. No curto pe´riodo das festividades consome-se mais vinho do que em todo o resto do ano, pois para ali se dirigem, segundo afirmam os habitantes, cerca de setecentas mil pessoas de ambos os sexos, sem contar as crianças.

NO EGITO os arqueólogos encontrarma cemit´rios de animais sagrados mumificados. Essa prática cresceu de importância no período mais recente  da história do Egito antigo, sob o domínio dos Ptolomeus. Por isso, não deve ser considerada típica da vida religiosa do Egito em seu auge.

OS CEMIÉRIOS de animais e passáros, em verdade, era muito grosseira eo corpo era freqüentemente reduzido a um esqueleto antes de ser envolto  em bandagensa. Tais bandagens, porém, eram aplicadas com grande habilidade e todos os esforços eram enviados para produzir uma múmia convincente na aprência. Essa máumia de gato, do Período  Tardio, por exemplo, está cuidadosamente envolta por numerosas tiras de linho.

                            
                                                                  Beijinhos Khadija Saad

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A Grande Deusa





" Porque eu sou a primeira e a última
Eu sou a venerada e a desprezada
Eu sou a esposa e a virgem
Eu sou a mãe e a filha
Eu sou os braços de minha mãe
Eu sou a estéril e numeroso são meus filhos
Eu sou a bem casada e a solteira
Eu sou a que dá à luz e que a jamais procriou
Eu sou esposa e esposo
E foi meu homem quem me gerou em seu ventre
Eu sou a mãe de meu pai
Sou a irmã de meu marido
E ele é meu filho rejeitado
RESPEITEM-ME SEMPRE
Porque eu sou a escandalosa e a discreta"

(hino a Ísis descoberto em Nag Hammadi, sécs. III e IV)


                                                                       Beiijinhos Khadija Saad