segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

* Músicas Árbes - Ritimos *

Baladi

Ritmo 4/4, D - D - t k t - D - t k t é bastante comum., com variações bem rápidas. É tocado com múltiplos instrumentos. Possui enumeras variações, algumas com seu próprio nome, como o Masmoudi Saghir. O Baladi é uma versão folclórica do significado da terra, do campo e envolve no Egito um pouco de regionalismo Maqsum, caracterizado pelos familiares dois dums que lideram a frase. Este ritmo é muito típico aparecendo com freqüência na música para Dança Oriental. O Dum duplo tende a submergir quando há acompanhamento melódico por isso, às vezes, pode não ser ouvido de imediato, então se utiliza como base, uma versão simples de Maqsum. Existem inúmeras variações do Baladi, e algumas possuem seu próprio nome, como por exemplo o Masmoudi Saghir (Masmoudi "pela metade"). Alguns músicos afirmam que o Baladi é, na verdade, uma versão folclórica do Maqsoum. Se você ouve música oriental com acompanhamento de percussão, certamente reconhece o tradicional DT-TD-D do Maqsum. O Maqsum simples é a base de muitos ritmos e especialmente importante na música egípcia.

Dum-Dum taka-tá ,Dum taka-tá (emendando) taka-Dum-Dum taka-tá , Dum taka-tá

Wahada wo noz

Whahida é um (1) em árabe. Este ritmo é assim chamado por ter um Dum e meio no início da frase. Como possui um assento inicial e possibilidades de preenchimento no meio e no final, pode ser utilizado para fazer transições entre ritmos de variadas contagens. É muito utilizado no início de um solo de Derback, proporcionando um início lento e envolvente para o que vem a seguir.

Dum-taka-tá-Dum,taka-ta-Dum-Dum-tá (emendando) taka-tá-Dum-taka-tá-Dum,taka-tá-dum-dum-tá.

Saidi
 
Ritmo 4/4, executado na Dança com Bengala, muito praticada por mulheres egípcias (acompanhadas ou não de homens). Ritmo 4/4, originário de El Saaid, no Alto Egito (era chamada originalmente Raks Al Assaya). Ritmo utilizado para a Dança da Bengala (ou Dança do Bastão), muito praticada pelas mulheres egípcias (às vezes acompanhadas de homens, executando movimentos masculinos), onde são utilizadas bengalas ou longos bastões. Ela é uma referência a uma dança marcial masculina chamada Tahtib (dança masculina do bastão) ,e para a dança da bengala , a qual é uma paródia da dança masculina . Pode-se encontrar este ritmo com o nome de Ghawazee , usado para a dança Cigana Egípcia.
Este ritmo, novamente na essência um Maqsum, com diferente sabor e assento, é popular no Alto Egito. Similar ao Baladi, é usualmente tocado de forma acelerada, com batidas sobrepostas e fortes.

Dum,Dum-taka-tá,Dum-taka-tah , (emendando) taka-tá Dum,Dum-taka-tá ,Dum taka-tá

Khaleege - Soud

Ritmo utilizado para o Khalij (dança folclórica do Golfo Pérsico). Ritmo típico dos Emirados Árabes e da Arábia Saudita . As dançarinas usam longas túnicas para dançar o Haleege , que é uma dança folclórica .

Dum,Dum-taka,Dum,Dum-taka...

Malfuf

Malfuf - Ritmo 2/4, executado nas Raks El Charq, nas entradas e saídas do palco.
Ritmos Orientais com oito batidas por compasso, que são compostos por grupos de três, três e duas batidas, onde o assento está no primeiro tempo de cada grupo. São encontrados através de todo o Mediterrâneo e Oriente Médio. Na Arábia Saudita, seu nome é Saudi ou Khaleege, é tocado de forma mais lenta e incompleto com espaços de som, os Dums estão no tempo um e três. No Egito e Líbano, é chamado Malfuf, mais preenchido e acentuado muitas vezes com o Dum apenas no primeiro tempo. Malfuf é usado para acompanhar danças em grupos, coreografias, músicas modernas ou populares. Poderá ser encontrado também nas entradas e saídas de shows por oferecer constância e velocidade necessárias para esses momentos. O ritmo Malfuf também chamado é de Laf no Egito .

Dum-taka-tá-katá,Dum-taka-tá-katá...

Masmoud

Masmoudi - Ritmo 8/4 egípcio. Formado de duas partes, cada uma com 4 tempos. É o Maqsoum tocado de uma forma mais lenta. Masmoudi é muito comum na música para dança, aparecendo para intensificar a percussão, criando um momento especial na apresentação de riqueza inesperada.

Este ritmo é caracterizado pela união de duas frases com quatro compassos cada. As vezes a primeira frase tem duas batidas condutoras. Uma dessas versões é chamada "masmoudi guerreando" - supõe-se que soa como um homem e uma mulher brigando. A versão que possui três batidas condutoras é usualmente chamada "masmoudi caminhando".

Dum,Dum,Dum,taka-tá-Dum ... (emendando) Taka-taka-taka-taka-taka-taka

Ayub

Alguns dizem que Ayub é supostamente o som que poderia ilustrar na dança o andar do camelo. A dança dos cavalos típica do Egito tem por base o ritmo Ayub.

É um ritmo 2/4 simples e rápido Tocado no Oriente desde a Turquia até o Egito., usado para acelerar (ou "aquecer") uma performance. Ele se encaixa bem com outros ritmos, e geralmente é utilizado para "acentuar" outro ritmo. Não é executado durante tempos muito longos, pois se torna monótono. É usado de forma lenta para uma dança tribal no norte da África chamada Zar - no Marrocos também aparece numa versão com seis batidas por compasso. É tocado de forma acelerada para os passos rápidos na dança oriental e no folclore.

Dum-taka-tá , Dum-taka-tá....

Tschfftilli - Chiftitell

D - t k t - t - t k t - t - t k t - t k t - t k t

Este ritmo Turco ou Grego é caracterizado por não ter acento no terceiro tempo e apresentar forte acento no quinto, sexto e sétimo tempo. Em sua essência é como outros similar ao Maqsum. Muito comum na Turquia e outros países, é tocado de forma lenta e moderada preferencialmente mantendo espaços entre as batidas. Os "derbackistas" apreciam completá-lo com improvisações inesperadas e criativas. Freqüentemente este ritmo aparece acompanhando um Taksim (improvisação melódica). Ritmo 8/4, que é executado lentamente (comparando-o ao Baladi, por exemplo). Originou-se provavelmente na Grécia ou na Turquia. Além de ser utilizado na Raks Charky, também é utilizado na Turquia, como dança de casais.

Dum-taka-katá-Dum-taka-tá, Dum-taka-katá-Dum-taka-tá

Espero que tenham gostado, logo postarei mais ritimos, Beijos Khadija Saad

     
  Fonte:  http://dudaaeternus.multiply.com/journal/item/2/2
                                 

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

**Porquê o Egito é considerado o Centro Mundial da Dança do Ventre**





Todos sabemos que a dança é praticada no Egito desde a antiguidade.


Mas vamos falar de como o Egito é importante no cenário atual da dança do ventre.

Desde que na década de 20 a bailarina Badia Massabai abriu uma casa noturna no Cairo, ela , juntamente com outras bailarinas , começaram a estudar novas formas de coreografias e apresentações de dança.

Nós podemos observar como a dança se desenvolveu naquela época assistindo aos vídeos de Samia Gamal, que començou a introduzir passos de ballet e coreografias com elementos modernos .

Os figurinos e cenários tinham uma nítida influência de hollywood.

Naquela época as bailarinas começaram a usar sapatos para se distinguir das classes mais pobres e mostrar que a dança do ventre gradualmente subia de status.

Esse processo continua até hoje , com as bailarinas se sofisticando cada vez mais e utilizando nos shows orquestras de até 75 músicos, coreógrafos e grupos de dança que dão sustentação ao show.

As produções de cinema também ajudam o desenvolvimento da dança. O Egito é o maior produtor de cinema do mundo árabe, constituindo um vasto mercado de trabalho para artistas é técnicos.

O Egito é ao mesmo tempo centro conservador das tradições da cultura árabe e vanguarda artística do Oriente Médio.



Fonte de pesquisa: http://www.giselebomentre.com.br/
                                           
                                                          Khadija Saad

terça-feira, 23 de novembro de 2010

** Dança das Moedas **



Olá meninas, achei um texto super interessante, sobre dança das moedas, realmente nunca tinha visto ou lido algo a respeito, espero que gostem, aguardo comentários, Beijos  Khadija Saad



Se você é bailarina, por acaso já ouviu a pergunta: "Você gira a moeda na barriga?". Se você é admirador (a) da dança do ventre, já não lhe ocorreu o pensamento de que uma dançarina consegue virar uma moeda na barriga várias vezes?
 
Pesquisei muito sobre a famosa dança das moedas. Em algumas fontes de pesquisa, descobri que na realidade, não se trata de uma dança e sim de um costume antigo de mostrar a habilidade de virar uma ou mais moedas na barriga. Mulheres dirigiam-se até praças públicas e lá ficavam girando moedas sobre a barriga para ganhar ouro para seu dote de casamento.
 
Atualmente é raro assistirmos uma apresentação de dança com moedas, pois esta exije um trabalho abdominal intenso. Para a execução dessa dança a bailarina deve posicionar-se semi-reclinada no chão, com a barriga para cima.
 
 
 
Dicas:
 
É necessário treino diário com acompanhamento de uma profissional para fortalecer a musculatura abdominal;
 
 
Não se deve tentar mover a moeda com ondulações e sim com encaixe e desencaixe pélvicos, com a dobra da cintura formando uma "vala", onde as moedas irão subir e descer;
 
 
Para dar charme à execução dessa dança, utilize moedas antigas. Você pode adquiri-las facilmente em feiras de antiguidades;
 
 
Muito cuidado ao executar essa dança para não tornar-se vulgar. Por isso escolha bem o local e o tipo de público;
 
 
 
Entre em cena com um chadôr e coloque suas moedas em um saquinho da cor da sua roupa. Após posicionar-se, retire as moedas e faça sua apresentação.
 
 
 
Fonte de pesquisa: http://www.kaamilahdancadoventre.com/danca_moedas.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

**.**Pensamentos Árabes**.**

"A metade do homem é sua língua;
seu coração é a outra metade.
Todo o resto nada mais é do que
carne e osso"

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

** 11º FIEL LUXOR **


 O 11º FIEL será nos dias 12,13,14 e 15  de Novembro no Complexo APCD - SP . Mestres Internacionais, 3 dias inteiros
de aulas, 3 dias de shows com mestres internacionais e nacionais e show com Tony Mouzayek e banda ao vivo por apenas R$ 229.00.Inscrições limitadas.
O complexo oferece um teatro para 840 pessoas, resturante, lanchonete, enfermaria, confortável area para expositores
e um ginásio para centenas de alunas .
Oferecem também condições especiais para Professoras acompanhadas de alunas!
            
Não perca a oportunidade de aperfeiçoar, se divertir, conhecer novas pessoas, dançar e econhecer novos mestres.

SHOW DE GALA:



Com mestres do Evento e bailarinos convidados .

Exclusivo para quem estiver fazendo aulas no 11º FIEL. Caso tenham convites excedentes, estram disponiveis na bilheteria  do teatro 1 hora antes do show.
DIA 12/11/2010 - ÀS 21:00h - R$20,00 - LOCAL : COMPLEXO APCD - TEATRO

GRADE DE AULAS: 





















          
           

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Danças Folclóricas

Sobre as danças folclóricas podemos destacar:


A GUEDRA

Teriamos que falar por longo tempo para poder explicar o significado desta dança do Sul do Marrocos, na qual as atitudes e movimentos tem sua origem num simbolismo muito antigo.
Na realidade, esta dança representa uma cerimônia ritual cuja origem se perdeu nas névoas do tempo.

As mulheres tocavam sinos e eram completamente cobertas por um véu negro. O ritmo constante como a batida do coração trás para fora as mãos que descrevem vividas, e expressivos movimentos. A cabeça é desvelada, com olhos fechados, balançando suavemente como um pêndulo. O ritmo é sustentado por uma guedra ou pote perto da terra, como um pequeno tambor de cerâmica coberto por pele. A pulsação se mantém através do ritmo e da misteriosa linguagem das que dançam. O canto dos espectadores se modifica passando por respirações e um choro gutural. A bailarina gradualmente se despe de seus véus e finalmente desfalece, cai sobre si mesma.



TAHTIB

utilização do ritmo conhecido como Said


Dança tradicional masculina, hoje em dia também praticada pelas mulheres, numa versão mais suave, conhecida no Brasil como "Dança da Bengala ou Dança do Bastão".

Homens egípcios tem sempre consigo um longo cajado para reunir rebanhos, caminhar e se proteger. Sua dança chamada Tahtib é uma falsa luta iniciada pela música. Os homens se pavoneiam e mostram através da postura, sua força, então atacam e desviam os golpes de acordo com a música.

A versão feminina da dança é acerca da feminilidade. Elas fazem os movimentos graciosos e omitem a força. As mulheres ostentam sem esforço e controlam seu bastão, muito menor que o dos homens. Elas usam isto descaradamente como uma moldura para seus movimentos corporais. Alguns dos movimentos femininos lembram o "Tahtib" e alguns os homens brincando, imitam o estilo das mulheres. O nome pelo qual a dança da bengala é conhecido em árabe (para mulheres) é Raqs Al Assaya.


KHALEEGE ou KHALIJI


Em árabe esta palavra significa "golfo"; as bailarinas utilizam-na para se referir ao estilo de música e dança do Golfo Pérsico/ Área Península Arábica - Arábia Saudita, Kwait, Bahrain, Quatar, Emirados Árabes e Oman.
É utilizado um ritmo específico que os músicos chamam "Saudi". Um conhecido cantor saudita que exemplifica o estilo Khaleege é Mohammed Abdou.

A roupa típica para esta dança seria o "Tobe al nash'ar". Ela é uma dança tradicional feminina praticada no Golfo Pérsico em festas e casamentos, mesmo hoje em dia. Cada participante usa um vestido todo bordado por cima de sua roupa normal. O trabalho dos pés nesta dança é muito simples. Os movimentos essenciais que caracterizam esta modalidade são: as torções e movimentos com as mãos e a cabeça envolvendo todo o tempo seu corpo e o vestido Khaleege.





                                                 Khadija Saad

sábado, 11 de setembro de 2010

FILOSOFIA VIVA AO MÁXIMO !!!

Chegamos à Terra escorregando por um arco-íris com a missão original de sermos felizes. Na Terra devemos conquistar o ouro mas principalmente seu brilho, o brilho das virtudes morais. Devemos brilhar mas sem jamais ofuscar os olhos de ninguém, muito pelo contráriro, ajudar a iluminar a todos.

fonte:http://www.luxordancadoventre.com.br

                                 Khadija Saad

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

"Dabke"


A palavra “dakbe” significa bater no chão com os pés.

Está é a origem da dança folclórica do povo libanês: ato de amassar o barro ao lado da comunidade e de cantar e alegrar-se com o trabalho.


No passado, antes das telhas terem sido instalados nas casas libanesas, os seus telhados eram planos e feitos de ramos cobertos com lama.

Na mudança das estações, entre o outono e inverno, a lama viria a rachar e começaria a vazar, e precisava ser recompactada.

Para auxiliar no trabalho, os aldeões se reuniam, subiam nos telhados e, de mãos dadas, formavam uma fila e batiam os pés enquanto caminhavam no telhado para recompactar a lama e garantiam proteção a família que vivia sob aquele teto.

A dança que representa trabalho e união ganhou as praças das aldeias e acabou se transformando em ritual de celebração e colheita, em meados de setembro.

As roupas são festivas. Os homens usam alças tradicionais, de nome shiruel, e botas, invariavelmente.

Uma faixa vermelha é colocada na cintura e pode apresentar outras cores. Coletes compõem o conjunto, e podem ser negros ou de cores variadas. Na cabeça os homens usam o tarbush, um chapéu cônico avermelhado conhecido em vários países como “Fez”, com uma faixa amarrada junto a testa.

Também é comum homens dançarem sem nada na cabeça ou então com o kefyeh, lenço do turbante.

As roupas das mulheres são mais coloridas, para provocar contraste com as masculinas. Algumas vezes, usam cestos de palhas ou jarros na cabeça para executar coreografias.

O dabke é constituído de uma longa fila, em que todos executam os mesmos passos. Na ponta, ficam dançarinos mais hábeis, que realizam evoluções arrojadas. Os adereços usados não são muitos. O masbaha é um deles – compõe-se de um colar de contas – que é girado por quem está “puxando” o dabke.

A dança é acompanhada pelo derbake (tambor feito com cilindro de argila sobre o qual é esticada uma pele de cobra), ney (flauta longa de bambu) e mijwiz (flauta embarrilhada dupla de alta diapasão).

A base de todos os dabkes é um som chamado daloonah, sobre o qual se desenvolve o canto e as evoluções da dança.

Assim é a dança folclórica nacional do Líbano. Em alguns vilarejos nas montanhas daquele país, esta tradição ainda é respeitada.

No entanto, vários grupos e festivais retomaram a antiga dança profissionalmente, a partir dos anos 1960. É o caso da companhia teatral Anwar, fundada por Wadiha Jarrat, muito famosa em todo o Oriente e que estabeleceu um padrão de excelência para o dakbe.

Wadiha Jarrat era capaz de recrutar um grande número de dançarinos que ela usava durante festivais chamados Baalbek. Eram filas espetaculares de homens mulheres que davam as mãos e avançavam em direção a platéia, os pés batendo no chão em uníssono, levando os teatros a baixo e gerando irreprimível entusiasmo entre a audiência.

Jarrat colaborou com os irmãos Rahbani e Fairuz, a diva contemporânea mais venerada no Líbano, criando a Opereta Libanesa, baseada em lendas folclóricas daquele país.

Graças a esse renascimento, atualmente escolas de todo o Líbano ensinam o dabke aos seus alunos. Pequenas companhias apresentam-se por todo o país, quanto clubes locais realizam o chamado “Jantar de Aldeia”, que acontece anualmente em agosto.

                                     Khadija Saad

Variações para Saidi-sequência ensinadas por Farida Fahmy



A sequencia a seguir foi aprendida no Cairo no festival de 2005

Farida Fahmy

Conhecida por ter sido a parceira única de Mahmoud Reda, o que esta bailarina tem a oferecer é uma qualidade técnica peculiar e elegância ímpar. Seus deslocamentos são variados e muito leves.

 • Concentração como principal definição qualitativa ao dançar.

• Diferença entre deslizar sem perda de eixo central, e troca real de peso entre os pés.

 Variações para Saidi Especial para grupos e alinhamentos especiais.

1. Troca simples com pliê / Deslizamento

2. Troca simples com acento ascendente baixo cima.

3. Troca simples com colocação diagonal seguida do acento inicial mais básico egípcio sem flexão dos joelhos.

4. Troca simples com pontuação de tronco trás, recuo tronco superior com troca de peso para o pé que está posicionado atrás. Mantendo postura.

5. Troca simples com pontuação de pernas, a frente e atrás, quando vou a frente projeto a pélvis, quando retorno, escondo a mesma região. Joelhos em extensão, utilizando calcanhar para pontuar a pulsação da música.

6. Transferência lado a lado, com andada cruzada mais giro antes de efetuar mais uma vez a troca simples com flexão de joelho.

7. Transferência através de redondo grande para troca de diagonais.

8. Transfer, com redondo grande, virando para diagonal. Ao terminar este passo, se comecei do E para D, termino do lado E, transfiro peso para perna direita e executo com a perna livre, neste caso a E, ½ oito fora diagonal a frente, ½ oito dentro diagonal atrás.

"A meia ponta-essencial na Dança Classica Oriental"



Bases primordiais para uma meia ponta estruturada- Os princípios desta aula partiram da colaboração maravilhosa de Sasha Holtz

1. Imagine que as costelas (os ossinhos do tronco) formam uma gaiola e dentro dela tem um passarinho. Se você fechar a gaiola demais, ou seja, não segurar o tronco, você mata o passarinho. E se você abrir demais, deixar os ombros abertos demais, ultrapassando a linha limite, o passarinho vai sair.Tem que deixar o passarinho dentro da gaiola, mas sem matá-lo!!!

2. Imaginar que nas axilas vivem dois amiguinhos, o Kiko de um lado, e a Keka do outro, e para mantê-losvivos deve deixar que eles respirem.

3. Para deixa-los respirar deve-se deixar os braços descolados das axilas. Se ficarem grudados vai acabar matando de asfixia estes moradores, e não é esse o nosso objetivo.( NÃO CUSTA UM POUQUINHO DE HUMOR!!)

4. Asas de urubu (péssimo exemplo): o urubu de vez em quando abre as asas e as deixa assim para que sequem, com o peso elas começam a cair, além de o urubu já ter um péssima postura com ombros arqueados, fazendo suas asas parecerem mortas.

5. Asas de águia (um bom exemplo): a águia já nasceu com uma certa postura, peito aberto, braços alongados que são percebidos ao vê-la voar. Pensar em manter os braços como as asas e uma águia “abertos e alongados”.

Posições dos pés e pernas

O ballet foi baseado na concepção de que ao virar os pés e as pernas pra os lados externos do corpo, isto é, para fora, não somente se conseguia atingir mais estabilidade e maior facilidade na movimentação, como também maior beleza de linhas.Essa concepção é chamada de en dehors (para fora), o que é adquirido lentamente sem ser forçado.

Não se deve pedir a alunos principiantes um perfeito en dehors antes de seus músculos estarem aptos a executá-los sem demasiado esforço.

 Porém, este movimento antinatural deve se tornar para um bailarino uma segunda natureza.Portanto, no ballet, o princípio básico mais importante é o de aprender a virar as pernas, que em sua posição normal estão para a frente, para os lados, com a ponta dos pés para fora, os calcanhares para dentro, os joelhos e as coxas acompanhando as pontas dos pés.

É importante adquirir a facilidade de virar as pernas en dehors a partir da coxa até o pé, sem a ajuda dos quadris e do corpo. Porém, não é recomendável forçar demais os principiantes para evita

defeitos posteriores nos pés e nos joelhos.Para tudo isso, porém, é também necessário uma boa colocação dos pés, que devem estar relaxados e com o peso do corpo bem distribuído (sem deixá-los cair nem para um lado nem para o outro).

 Distribui-se o peso do corpo em cima do pé tomando como ponto de apoio o seu meio. Além disso, quando no ar, o pé deve estar extremamente esticado, sendo que as pontas dos dedos vão para baixo forçando assim o calcanhar para fora (frente).

En Dedans - Para dentro.

Em passos e exercícios o termo en dedans indica que a perna, à terre ou en l'air, se mexe em movimento circular em sentido anti-horário de trás pra frente

En Dehors - Para fora.

Em passos e exercícios o termo en dehors indica que a perna, à terre ou en l'air, move em uma direção circular, em sentido horário de frente pra trás.

Relevé - Elevado.

Uma elevação do corpo em pontas ou meia pontas, ponta ou meia -ponta. Foi feita seqüência de oito tempos, segurando na meia ponta durante 2 tempos, depois quatro. E etc. Utilizamos também troca de peso, sustentar numa perna só para ajudar no equilíbrio para os arabesques.

Tendu - esticado.

 Termo utilizado quando para designar um movimento em que uma das pernas é esticado. Foi feito exercícios indo frente, lateral e trás. Importante lembrar: trajetória do pé, o dedão (ou melhor os dedos) são os últimos a sair do chão, o pé sai como que lambendo, e na volta é o contrário, o calcanhar é o último a encostar no chão.

Giros

Souteni – sustentado. É quando sai normalmente de sua posição para girara sobre si mesmo. O passo pode ser feito para as laterais ou para frente (utilizado na dança do ventre em seqüências com arabesque).

Chainés - Uma série de voltas rápidas na ponta ou demi-pointe feitos em linha reta dentro de um círculo.

Literatura de Ballet - IndicaçõesDicionários:

Dicionário de Ballet – Madeleine Rosay – Editora Nórdica
Dicionário de Ballet e Dança – Antonio José Faro e
Luiz Paulo Sampaio – Jorge Zahar Editor

História dos Grandes Ballets

Giselle e outras histórias de Ballet I – Luiza Lagoas – Editora Nórdica
Carmem e outras histórias de Ballet II - Luiza Lagoas – Editora Nórdica
Sílvia e outras histórias de Ballet III - Luiza Lagoas – Editora Nórdica

Ballet Uma Arte – Dalal Achar –Ediouro“É uma enciclopédia, tem nomenclatura, histórias dos ballets, sobre a dança, as coreografias, o mundo do ballet, um capítulo sobre a alma na dança, além de noções de música clássica, glossário e algumas bibliografias sobre grandes nomes como Martha Graham, Nijinsky, Fokine e outros.”

Sasha Holtz

Ana Botafogo Na Magia do Palco Ana Botafogo e Suzana Braga – Editora Nova Fronteira
“É o 1o. Livro da Ana.Ela conta a história do ballet e juntamente a sua, os primeiros passos, o reconhecimento, as derrotas, as dificuldade e os obstáculos durante sua carreira. Conta também as histórias dos Grandes Ballets que dançou em sua carreira, e o seu envolvimento com os papéis, o trabalho de interpretação, de se deixar viver na pele da personage. Enfim, todo o trabalho por trás dos bastidores, entre ele e o coreógrafo,ou ela e um mestre. É uma viagem junto com a Ana”

Sasha Holtz

Ana Botafogo na ponta dos pés , a trajetória de uma estrela Baseado em entrevistas para Leda Nagle e Dalal Achar – Editora Globo.“Nesse 2o. livro, Ana nos leva para o mundo do Ballet onde se desenrola o dia-a-dia de uma bailarina. Não deixa de ser o mundo de `glamour` que nos vem á mente, mas o mundo de árduas batalhas diárias, do medo de um novo desafio, dos medos de qualquer grande estrela, dos ensinamentos sutis de grandes mestres. É uma lição não só de dança, mas de persistência e amor á arte”

Sasha Holtz

Márcia Haydée – Uma Vida para a DançaDe Telma Mekler e Márcia Haydée –
Relume Dumará“É um dos livros que guardo comigo com certo carinho para de vez em quando abri-lo e ler alguns trechos, devido aos grandes ensinamentos que foram transmitidos á Márcia e que ela transmite nesse livro.Ela conta sua trajetória desde que deixou o Rio em busca de uma oportunidade no exterior. Mostra como é vida árdua de uma artista em início de carreira, mas o mais sábio de sua trajetória é quando ela conhece Cranko (John), o coreógrafo que a levou para o Stuttgart, e que a transformou em “ Musa Inspiradora”.
Foi ele quem acreditou no potencial dela e a fez crescer, tanto que muitos chamavam-a na época de“ A Bailarina de Cranko”. Além disso ela conta a época em que trabalhou com Maurice Béjart, e seu envolvimento com os homens de sua vida, como seu avô, Maurice, Cranko, Jorge Donn e outras que sem´re estiveram ao seu lado tanto nas horas boas como nas ruins..Uma das coisas que aprendi é o que um mestre faz. Os mestres são aqueles instrumentos divinos que sabem desenvolver um talento quando o encontram, fazendo com que estes se libertem do físico, colocando o sentimento, e emoção e sobretudo á entrega de alma no palco. (sorte dos talentosos que os encontram!). Como diz Béjart “ Eu não ensinei nada para a Márcia. Somente ajudei-a a se liberar”

Sasha Holtz

Memória do Sangue – uma autobiografia de Martha GrahamMartha Graham
 – Editora Siciliano“Martha nos leva para o seu mundo, o mundo de suas inspiraçõe e, de sua trajetória.

Nos conta o que ensinava aos seus discípulos, a essência que a movia, como os ensinava á umtrapassar os obstáculos que se levantavam. Para mim é um livro de ensinamentos e de descobertas, aprendo cada vez mais com suas lições.”


Sasha Holtz

Estilos ensinados nas escolas de danças!!

  Dentre os estilos mais estudados estão os estilos das escolas:


 * Dança do Ventre - Egípcia: manifestações sutis de quadril, domínio de tremidos, deslocamentos simplificados adaptados do Ballet Clássico, movimentos de braços e mãos simplificados;

 * Dança do Ventre - Norte-americana: manifestações mais intensas de quadril, deslocamentos amplamente elaborados, movimentos do Jazz, utilização de véus em profusão, movimentos de mãos e braços mais bem explorados;

 * Dança do Ventre - Libanesa: com shimmies mais amplos e informais, seguidos de deslocamentos muito simplificados.

   fonte:http://www.dancealmha.com/danca-do-ventre.htm







Khadija Saad

                                     

domingo, 22 de agosto de 2010

Como lavar suas roupas

Para lavar uma roupa de dança do ventre, véus e saias, nunca se deve lavar a seco ou utilizar sabão em pó, ou muito menos lavar na máquina. A roupa deve sempre ser lavada a mão, sem esfregar ou torcer.

Deve-se dissolver uma pequenina pedra de sabão em um balde cheio de água. A roupa deverá ser mergulhada durante 3 minutos, depois deverá ser retirada e o balde esvaziado. O balde deve ser enchido novamente com água limpa e a roupa deve ser mergulhada novamente retirar o sabão. Essa operação deve ser repetida quantas vezes precisar e o sabão retirado por completo.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Selinhos!


As regras para esse selinho da nossa amiga Nikyta
*Dizer 3 coisas maraa de fazer.
*Dizer 3 pessoas que são maraa.
*Dizer 3 cosméticos que são maraa.
*Dar esse SELINHO para 3 blogs que são maraa. (E avisar que eles ganharam)
 
*Dizer 3 coisas maraa de fazer:
fazer compras
escrever no blog
fazer dança do ventre

*Dizer 3 pessoas que são maraa:
meus filhos(Mel e Kauê)
meu marido
meu periquito

*Dizer 3 cosmético que são maraa:
ismalte risque rendas do Brasil
brilho labial La Beauty
sombras da vult

*Dar esse Selinho para 3 blog que são maraa (E avisar que eles ganharam)
Luxo Mist
Coisinhas da Nylla
Futilidade Cult
                                 
                                  Khadija Saad

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Selinhos!



Olá amigas vou postar primeiro selinho que ganhei da amiga Nylla do Coisinhas da Nylla.Bem divertido amei.
Minhas indicações para esse selinho.

Viver Mara!!!(da amiga Nikita Junqueira)
Meu Blogger!Diani Bianchi!!
Fultilidade Cult

                                                    Khadija Saad

♠♠Promoção♠♠

Olá pessoal...como foi o fim de semana?Espero que bem...Hoje vou dar uma dica super legal o Ateliê Jessica Freitas está com trajes na promoção....estão vendendo pelo preço de custo mesmo....Pois logo vão começar outra coleção....

Roupas a partir de 150.00....

Os trages são lindos mesmo....Vale a pena conferir...Não deixem de conferir o álbum Promoção


http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=8657484615279962136


Kaadija Saad.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

VÉUS DE SEDA - PURO LUXO E ARTE

O ateliê Izza Artigos Orientais, traz trabalhos belíssimos em véus de seda pintados, das mais variadas cores.
 
Vale a pena visitar o blog e conferir. http://izza-artigosdooriente.blogspot.com/

Os preços são os de tabela, mas o grande diferencial é o resultado final das peças: leveza, caimento e impactos incríveis!!

Abaixo vou postar duas fotos para vocês verem os efeitos. Espero que gostem da dica.

                                 
                                                                                     Khadija Saad

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Beneficios da Dança do Ventre



Os benefícios da Dança do Ventre para a mulher são muitos e engloba vários aspectos de seu ser: emocionais, psicológicos, físicos, terapêuticos etc, mas é lógico que quando cuidadosamente e bem praticada. Entre tantos sites que trata do assunto,hoje destaco este artigo:

"Há muitos benefícios que a dança oferece:

*Desenvolve a dissociação corporal;

*Estimula a memória, a concentração e a atenção;

*Aumenta a confiança no seu potencial individual;

*Resgata a feminilidade;

*Ativa a circulação, aumenta os reflexos e alivia as tensões;

*Aumenta a flexibilidade e alongamento;

*Auxilia em problemas menstruais, hormonais e partos, diminuindo cólicas, equilibrando as funções sexuais e facilitando contrações e dilatações;

*Trabalha músculos, enrijecendo e tonificando;

*Atua diretamente no centro de energia do corpo, que se encontra no ventre, distribuindo a mesma de forma equilibrada;

*Ajuda no emagrecimento;

*Corrige a postura, conferindo elegância;

*Modela os braços e ombros, dando contornos mais definidos;

*Fortalece e enrijece o ventre, diminuindo a barriga; Afina a cintura;

*Endurece os músculos do quadril e glúteos;

*Tonifica e desenvolve os músculos das pernas, principalmente as coxas e panturrilhas;

*Alonga toda a musculatura;

*Pode queimar até 400 Kcal em uma hora de aula;

*Melhora o ritmo, coordenação, equilíbrio e memória;

*Melhora o condicionamento físico;

*Melhora a auto-estima;

*Trabalha energeticamente os chackras, que são importantes centros de força e energia;

*Relaxa e traz bem estar emocional;

 *Traz desenvoltura e desinibição;

*Estimula os órgãos reprodutores;

*Os movimentos embalados pelo ritmo forte das melodias mediterrâneas e orientais ativam a circulação sanguínea na área do ventre, o que melhora o impulso nervoso e o tônus muscular dessa região, aumentando a sensibilidade da vagina;

*Melhora a circulação sanguínea geral do corpo;

*Desperta a feminilidade.

*A redescoberta da dança, que reorganiza particularmente as funções do ventre, tem significado elevado e é facilitador do processo de conscientização das pessoas. Abrir-se para o contato com as energias telúricas do próprio ventre, com o objetivo de elevá-las e transmutá-las em movimentos espirais, é muito útil para as mulheres" ... "Vale experimentar, pois além dos benefícios citados, a dança do ventre é uma atividade muito interessante e divertida, onde você irá conhecer um pouco mais do seu corpo."




Viu como vale a pena praticar?Particularmente, acredito que o maior benefício é a apropriação que a mulher faz de seu próprio corpo, pois passa a reconhecer cada pedacinho de si,cada movimento que é capaz de fazer e assim,valoriza-se mais, torna-se dona de si,mais forte,mais feminina, mais mulher pra enfrentar e agir nesse nosso louco mundo!


Beijinhos Khadija Saad

Meleah Laff



O nome significa lenço enrolado, e se originou no Egito, mais especificamente no subúrbio do Cairo e de Alexandria.
 
Dançada geralmente com um vestido, um chaddor e um lenço preto. O chaddor geralmente é de crochê, serve para cobrir o rosto e pode ser tirado no decorrer da apresentação.
 
O vestido, usualmente mais colado ao corpo, deve tampar o umbigo, e pode ser bordado ou não.
 
O lenço é preto, de tecido grosso e nunca transparente, podendo ser bordado ou não.
 
A bailarina inicia a dança coberta/ enrolada no lenço preto e durante a apresentação ela o solta para dançar com ele.
 
A dança com o lenço permite um jogo de “mostra e esconde”. Já que em alguns momentos a bailarina se enrola no lenço e em outros ela o manuseia. Ás vezes ela o enrola no quadril, outrora no tronco, destacando as formas de seu corpo. E às vezes brinca fazendo “gracejos” com as pontas dele.
 
A bailarina tem que ter habilidade para segurar e movimentar bem o lenço, para acrescentar charme e graça, caso contrário a dança fica poluída e prejudicada.
 
A dançarina masca chiclete durante a dança (tradicionalmente as egípcias costumam mascar goma de miske), dando um ar de irreverência e brincadeira à dança.
 
A música é sempre muito alegre e festiva, geralmente nos ritmos malfuf ou falahi.
 
Por ser uma dança de subúrbio, a sensualidade de uma apresentação deve ser suburbana. Ou seja, a bailarina tem que ser muito charmosa e carismática, ser levemente ousada e exagerar na movimentação, porém sem cair na vulgaridade.

terça-feira, 20 de julho de 2010

♣♣ Ísis ♣♣





Ísis era uma deusa da mitologia egípcia. Foi a mulher de Osíris e era filha do deus da terra, Geb, e da deusa do céu, Nut. Era ainda mãe de Hórus e cunhada de Seth. Segundo a lenda, Ísis ajudou a procurar o corpo de Osíris, que tinha sido despedaçado por seu irmão, Seth. Ísis, a deusa do amor e da mágica, tornou-se a deusa-mãe do Egito.


Quando Osíris, seu irmão e marido, herdou o poder no Egito, ela trabalhou junto com ele para civilizar o o Vale do Nilo, ensinando a costurar e a curar os doentes e introduzindo o conceito do casamento. Ela conhecia uma felicidade perfeita e governava as duas terras, o Alto e o Baixo Egito, com sabedoria enquanto Osíris viajava pelo mundo difundindo a civilização.

Até que Seth, irmão de Osíris, o convidou para um banquete. Tratava-se uma cilada, pois Seth estava decidido a assassinar o rei para ocupar o seu lugar. Seth apresentou um caixão de proporções excepcionais, assegurando que recompensaria generosamente quem nele coubesse. Imprudente, Osíris aceitou o desafio, permitindo que Seth e os seus acólitos pregassem a tampa e o tornassem escravo da morte.

Cometido o crime, Seth, que cobiçava ocupar o trono de seu irmão, lança a urna ao Nilo (há também uma versão que diz que Ísis ao saber o que havia ocorrido chorou profundamente e de suas lágrimas surgiu o rio Nilo), para que o rio a conduzisse até ao mar, onde se perderia. Este incidente aconteceu no décimo sétimo dia do mês Athyr, quando o Sol se encontra sob o signo de Escorpião.

Quando Ísis descobriu o ocorrido, afastou todo o desespero que a assombrava e resolveu procurar o seu marido, a fim de lhe restituir o sopro da vida. Assim, cortou uma madeixa do seu cabelo, estigma da sua desolação, e o escondeu sob as roupas peregrinando por todo o Egito, na busca do seu amado.


Por sua vez, e após a urna atingir finalmente uma praia, perto da Babilônia, na costa do Líbano, enlaçando-se nas raízes de um jovem pé de tamarindo, e com o seu crescimento, a urna ascendeu pelo mesmo se prendendo no interior do seu tronco, fazendo a árvore alcançar o clímax da sua beleza, que atraiu a atenção do rei desse país, que ordenou ao seu séquito que o tamarindo fosse derrubado, com o propósito de ser utilizado como pilar na sua casa.


Enquanto isso, Ísis prosseguia na sua busca pelo cadáver de seu marido, e ao escutar as histórias sobre esta árvore, tomou de imediato a resolução de ir à Babilônia, na esperança de ultimar enfim e com sucesso a sua odisséia. Ao chegar ao seu destino, Ísis sentou-se perto de um poço, ostentando um disfarce humilde e brindou os transeuntes que por ela passavam com um rosto lindo e cheio de lágrimas.


Tal era a sua beleza e sua triste condição que logo se espalharam boatos que chegaram ao rei da Babilônia, que, intrigado, a chamou para conhecer o motivo de seu desespero. Quando Ísis estava diante do monarca solicitou que permitisse que ela entrelaçasse os seus cabelos. Uma vez que o regente, ficou perplexo pela sua beleza, não se importou com isso, assim Ísis incensou as tranças que espalharam o perfume exalado por seu corpo, fazendo a rainha da Babilônia ficar enfeitiçada pelo irresistível aroma que seus cabelos emanavam. Literalmente inebriada por tão doce perfume dos céus, a rainha ordenou então a Ísis que a acompanhasse.

Assim, a deusa conseguiu entrar na parte íntima do palácio do rei da Babilônia, e conquistou o privilégio de tornar-se a ama do filho recém-nascido do casal régio, a quem amamentava com seu dedo, pois era proibido a Isis ceder um dos seios, o leite de Ísis prejudicaria a criança.
Se apegando à criança, Ísis desejou conceder-lhe a imortalidade, para isso, todas as noites, a queimou, no fogo divino para que as suas partes mortais ardessem no esquecimento. Certa noite, durante o ritual, ela tomou a forma de uma andorinha, a fim de cantar as suas lamentações.


Maravilhada, a rainha seguiu a melopéia que escutava, entrando no quarto do filho, onde se deparou com um ritual aparentemente hediondo. De forma a tranqüilizá-la, Ísis revelou-lhe a sua verdadeira identidade, e terminou o ritual, mesmo sabendo que dessa forma estaria a privar o pequeno príncipe da imortalidade que tanto desejava oferecer-lhe.


Observando que a rainha a contemplava, Ísis aventurou-se a confidenciar-lhe o incidente que a fez visitar a Babilônia, conquistando assim a confiança e benevolência da rainha, que prontamente lhe cedeu a urna que continha os restos mortais de seu marido. Dominada por uma imensa felicidade, Ísis apressou-se a retirá-la do interior do pilar.
Porém, o fez de forma tão brusca, que os escombros atingiram, mortalmente, o pequeno príncipe. Outras versões desta lenda, afirma que a rainha expulsou Ísis, ao ver o ritual, no qual ela retirou a urna do pilar, sem o consentimento dos seus donos.

Com a urna, Ísis regressou ao Egito, onde a abriu, ocultando-a, nas margens do Delta. Numa noite, quando Ísis a deixou sem vigilância, Seth descobriu-a e apoderou-se, uma vez mais dela, com o intento de retirar do seu interior o corpo do irmão e cortá-lo em 14 pedaços e os arremessando ao Nilo.

Ao tomar conhecimento do ocorrido, Ísis reuniu-se com a sua irmã Néftis, que também não tolerava a conduta de Seth, embora este fosse seu marido, e, juntas, recuperaram todos os fragmentos do cadáver de Osíris, à exceção, segundo Plutarco, escritor grego, do seu sexo, que fora comido por um peixe.

Novamente existe uma controvérsia, uma vez que outras fontes egípcias afirmam que todo o corpo foi recuperado. Em seguida, Ísis organizou uma vigília fúnebre, na qual suspirou ao cadáver reconstituído do marido: “Eu sou a tua irmã bem amada.

Não te afastes de mim, clamo por ti! Não ouves a minha voz? Venho ao teu encontro e, de ti, nada me separará!” Durante horas, Ísis e Néftis, com o corpo purificado, inteiramente depiladas, com perucas perfumadas e boca purificada por natrão (carbonato de soda), pronunciaram encantamentos numa câmara funerária, impregnada por incenso.

A deusa invocou então todos os templos e todas as cidades do país, para que estes se juntassem à sua dor e fizessem a alma de Osíris retornar do Além. Uma vez que todos os seus esforços revelavam-se vãos, Ísis assumiu então a forma de um falcão, cujo esvoaçar restituiu o sopro de vida ao defunto, oferecendo-lhe o apanágio da ressurreição.

Ísis em seguida amou Osíris, mantendo o vivo por magia, tempo suficiente para que este a engravidasse. Outras fontes garantem que Osíris e a sua esposa conceberam o seu filho, antes do deus ser assassinado. Após isso ela ajudou a embalsamá-lo, preparando Osíris para a viagem até seu novo reino na terra dos mortos, tendo assim ajudado a criar os rituais egípcios de enterro.

Ao retornar à terra, Ísis encontrava-se agora grávida do filho, concebendo assim Hórus, filho da vida e da morte. a quem protegeria até que este achasse-se capaz de enfrentar o seu tio, apoderando-se (como legítimo herdeiro) do trono que Seth havia usurpado.
                                                                                                 
                              
Alguns contos declaram que Ísis, algum tempo antes do parto, Seth à aprisionara, mas que Toth, vizir de Osíris, a auxiliara a libertar-se. Porém, muitos concordam que ela ocultou-se, secretamente, no Delta, onde se preparou para o nascimento do filho, o deus-falcão Hórus. Quando este nasceu, Ísis tomou a decisão de dedicar-se inteiramente à árdua incumbência de velar por ele. Todavia, a necessidade de ir procurar alimentos, acabou deixando o pequeno deus sem qualquer proteção. Numa dessas ocasiões, Seth transformou-se numa serpente, visando espalhar o seu veneno pelo corpo de Hórus, quando Ísis regressou encontrou o seu filho já próximo da morte.


Entretanto, a sua vida não foi ceifada, devido a um poderoso feitiço executado pelo deus-sol, Ra.


Ela manteve Hórus em segredo até que ele pudesse buscar vingança em uma longa batalha que significou o fim de Seth. A mágica de Ísis foi fundamental para ajudar a conseguir um julgamento favorável para Osíris. Suas habilidades mágicas melhoraram muito quando ela tirou proveito da velhice de Rá para enganá-lo, fazendo-o revelar seu nome e, assim, dando a ela acesso a um pouco de seu poder. Com freqüência, ela é retratada amamentando o filho Hórus.

Ísis sob a forma de serpente se ergue na fronte do rei para destruir os inimigos da Luz, e sob a forma da estrela Sótis anuncia e desencadeia as cheias do Nilo.

♣♣ Olho de Hórus ♣♣


Olho de Hórus é um símbolo, proveniente do Egito Antigo, que significa proteção e poder, relacionado à divindade Hórus. Trata-se de um dos amuletos mais usados no Egito em todas as épocas.

Segundo a lenda de Osíris, na sua vingança, Set arrancou o olho esquerdo de Hórus que foi substituído por este amuleto, que não o dava visão total então colocou também uma serpente sobre sua cabeça. Depois da sua recuperação, Hórus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Set.

O Olho de Hórus e a serpente simbolizavam poder real tanto que os faraós passaram a maquiar seus olhos como o Olho de Hórus e a usarem serpentes esculpidas na coroa. Os antigos acreditavam que este símbolo de indestrutibilidade poderia auxiliar no renascimento, em virtude de suas crenças sobre a alma.

Este símbolo também, frequentemente é usado e relacionado a Maçonaria.

O Olho Direito de Hórus representa a informação concreta, factual, controlada pelo hemisfério cerebral esquerdo. Ele lida com as palavras, letras, e os números, e com coisas que são descritíveis em termos de frases ou pensamentos completos. Aborda o universo de um modo masculino.


O Olho Esquerdo de Hórus representa a informação estética abstrata, controlada pelo hemisfério direito do cérebro. Lida com pensamentos e sentimentos e é responsável pela intuição. Aborda o universo de um modo feminino.

Hoje em dia, o Olho de Hórus adquiriu também outro significado e é usado para evitar o mal e espantar inveja (mau-olhado), mas continua com a idéia de trazer proteção, vigor e saúde.

♣♣ Luxor ♣♣(antiga Tebas)



A Luxor moderna cresceu a partir das ruínas de Tebas,antiga capital do Império Novo (1550-1069 a.C.) e situa-se a 670 km ao sul do Cairo.A sua riqueza, tanto arquitetônica como cultural, fazem dela a cidade mais monumental das que albergam vestígios da antiga civilização egípcia.
O Nilo separa Luxor em duas partes: a margem oriental, outrora consagrada aos vivos, onde encontramos os vestígios dos mais importantes templos dos deuses da mitologia egípcia, e a margem ocidental, consagrada aos mortos, onde se localizam algumas das mais importantes necrópoles do antigo Egito.
Foi em Luxor, no Vale dos Reis, que aconteceu a descoberta do túmulo de Tutankhamon, em 1922, pelo célebre arqueólogo e egiptólogo inglês Howard Carter.
Em Luxor concentram-se basicamente 6% de todos os monumentos existentes no mundo e sempre estão descobrindo novos sítios arqueológicos e tumbas.Apenas para se ter uma idéia do que pode ser visto: 1) Templo de Karnak, 2) Templo de Luxor, 3) Museu de Luxor, 4) Vale das Rainhas, 5) Templo mortuário da Raínha Hatshepshut, 6) Vale dos Nobres, 7) Templo de Medinet Habu e o 8) Vale dos Reis (que possui 62 túmulos dos faraós e também os túmulos dos faraós Tutankhamon, Ramsés IX, Seti I, Ramsés VI e o de Horemheb).
Os túmulos aí existentes designam-se pelas siglas KV (significando Kings Valley, em português "Vale dos Reis") seguidas de um número, atribuído a ordem cronológica da descoberta de cada túmulo.
No total existem 62 túmulos, sendo o mais importante o número "62", do Faraó Tutankhamon, mais pelo espólio do achado do que, porventura, da importância do faraó.
Ramsés II presume-se, tinha mais de 150 filhos sepultados no Vale dos Reis.

Ainda hoje se continuam a retirar jóias dos túmulos dos filhos de Ramsés.
Em 1994 os arqueólogos começaram a escavar o túmulo KV5, considerado pouco importante até então. Encontrou-se o maior e mais complexo túmulo do Vale dos Reis. Julga-se ter encontrado o túmulo dos 52 filhos de Ramsés II. Até agora foram descobertos uma sala com 16 colunas, vários corredores e mais de 100 câmaras. Apesar de não terem sido encontrados tesouros, foram no entanto recuperados do entulho milhares de artefatos.
Os trabalhos arqueológicos, ainda longe do fim, prolongar-se-ão por vários anos antes de se abrir o túmulo ao público.



domingo, 18 de julho de 2010

**O Príncipe e o Filósofo**



O príncipe Hi-Chang-Li era vaidoso e fútil. Um dia, ao regressar de um passeio em companhia de vários amigos, encontrou Confúcio. O venerável filósofo, sentado na laje de um poço, meditava tranqüilo.
- Eis uma oportunidade feliz - declarou o príncipe. Consultemos esse pensador famoso sobre as dúvidas que nos ocorreram durante a nossa excursão.
Um dos mandarins aproximou-se de Confúcio e interrogou-o:
- Em que consiste, ó esclarecido filósofo, a verdadeira caridade?
- Em amar os homens! - foi a resposta.
- E a Ciência?
- Em conhecer os homens!
- E o erro?
- Em confiar nos homens!
- E qual a arte mais difícil?
- Governar os homens!
Ao ouvir aquelas respostas, disse o príncipe, em voz baixa, ao mandarim:
- Noto que o velho retórico insiste em formular as respostas da mesma forma, relacionando-as,
invariavelmente, com os homens. Irrita-me essa preocupação maníaca. Pretende, com certeza, divertir-se à
nossa custa. É preciso interroga-lo de modo que ele se veja obrigado a modificar o estribilho.
- Nada mais simples - rosnou, entre dentes, o mandarim.
E dirigindo-se, em voz alta, ao sábio:
Podes dizer-me, o eloqüente filósofo, quantas estrelas há no céu?
Respondeu o Mestre:
- São tantas quantos os pecados, erros, defeitos e impertinências dos homens!
E,depois de proferir tais palavras, levantou-se vagaroso e afastou-se dos indesejáveis argüidores.

**O Elemento Feminino**


Estava um mestre rodeado por seus pequenos alunos
quando um deles perguntou:
- Mestre, por que a beleza é representada por imagem de mulher?
Pôs-se a dizer o Mestre:
- Observe a natureza e veja que o belo nela se manifesta
através de elementos femininos:
Como seria o céu sem as nuvens, a Lua e as estrêlas?
Como se mostraria o Sol sem a luz?
O mar nos encantaria sem as águas e as ondas?
Os desertos, como seriam sem as areias e as pedras?
Os bosques teriam perfume sem as árvores e as flores?
O dia prometeria repouso se não houvesse a noite?
Que força teria o fogo se não tivesse as chamas?
Que frescor teria o solo sem a relva?
Que alívio teríamos no verão se não caísse a chuva?
Qual a beleza do inverno que não apresenta a neve?
Haveria romance no outono sem as folhas sopradas pelo vento?
A primavera e suas flores não é a mais linda estação?
Nossos corpos se moveriam se neles não corresse a vida?
O menino refletiu algum tempo e em seguida argumentou:
- Sim, são todos elementos femininos,
mas o senhor não falou sobre a mulher...
Respondeu-lhe o Mestre:
- Mas vou falar-lhe sobre o coração:
Nele estão a alma, a paixão e a alegria.
Nele está a beleza da cantiga que acalanta o homem...
e sua melodia é sempre uma Mulher...




Ramadan



O Ramadan (nono mês do calendário Muçulmano) é um mês especial. É um tempo de reflexão, de devoção a Deus e de autocontrole. Para muitos, é um modo de autopurificação espiritual. Os muçulmanos jejuam durante todo o mês. O jejum começa quando o dia amanhece e termina no pôr do sol. Durante as horas do dia, não podem comer, beber ou fumar. Normalmente há uma refeição rápida (suhoor) no alvorecer e outra (iftar) no final do dia. Os marroquinos são proibidos por lei de desrespeitar publicamente o jejum e alguns são presos por este motivo.
Quando o mês de jejum termina, há uma celebração, o Id-al-Fitr (banquete da quebra do jejum), que dura três dias, onde presentes são trocados e amigos e famílias se reúnem para orar e para fazer grandes refeições.
 

Chás em Marrocos


Há 3 tipos principais de chá em Marrocos: O chá verde com menta, o chá de menta, o chá verde.
O chá só com menta é muito usual no Norte de Marrocos, o chá verde com menta é geral por todo o país e o chá verde simples é usado muito no Sul.
Parece que o chá verde foi introduzido em Marrocos no século XVIII quando um carregamento inglês de chá vindo da Ásia teve que ser deixado nos portos marroquinos. Mal sabiam os ingleses que estariam a influenciar de maneira brutal a cultura deste país africano.
O chá em Marrocos normalmente é carregado com açúcar, muito e em quantidades exageradas. Se não gosta ou não pode consumir açucar, diga antes de lhe servirem o chá. A recusa do mesmo pode parecer um pouco inadequado à situação.
Existem ainda outras variedades de chás e ervas que pode comprar nos mercados e souks pelas cidades. Existem pelos mercados “ervanárias naturais” com uma série de produtos desconhecidos e alguns até arrepiantes como lagartos embalsamados e gafanhotos secos para curar gripes e coisas do genero.


                                      Khadija Saad

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Arab makeup tutorial



Quer aprender a se maquiar?Aqui vai uma amostra de um video que navegando pela net,encontrei entre tantos que vi amei é bem facil,eu fiz uma macke baseado nesse video as cores ficou mais clara,mas a intenção não era ficar igual e sim parcida,porem estou aprendendo ainda.Espero que gostem,essa é minha dica.



                                 Beijinhos Khadija Saad

Rababah

Rababah é um instrumento de uma corda simples com uma caixa sonora quadrada tocado como um violino. O rababah foi levado para a Espanha pelos Árabes e distribuído a partir dela para a Europa com o nome rebec. É usualmente referido que Al-Farabi (10° século) foi o primeiro a mencionar o rababeh. Entretanto,Ali de Isphahan mencionou que o rababeh era usado na corte de Baghdad 2 séculos e meio antes disso. Esse instrumento é cotado como como um dos precursores do violino Europeu. O medieval xelami é na verdade o Árabe Zulami. Um instrumento inventado em Baghdad no começo do século nono. A exabeba era uma pequena flauta lembrando a Árabe Shabbabe ou Al-naay. Al-naay é um termo Persa. Palavras Árabes para o mesmo instrumento podem ser beQaSaba, Shabbabe ou minjara. Al-naay é uma flauta vertical e um dos instrumentos mais antigos empregados na música Árabe. É apenas um simples tubo aberto feito de cana de açúcar onde o instrumentalista sopra diagonalmente através da abertura. Os "cachimbos de vento"flautas simples, datam de antes da idade da Pedra e foram achados em todo hemisfério ocidental em tempos antigos

Daff

Este é o "pandeiro árabe" (cujo pronúncia é dâff). É formado por uma moldura de madeira (de 8.5 polegadas de diâmetro e 2.5 polegadas de profundidade) revestida de madrepérola, com cinco conjuntos de címbalos (com 2.25 polegadas de diâmetro) colocados simetricamente ao redor da moldura, e coberto por uma membrana de pele (os de melhor qualidade utilizam pele de novilho ou de peixe). No final dos anos 80, um pandeiro feito de moldura de alumínio e coberto com plástico foi criado, e imediatamente adotado pela maioria dos músicos. No início dos anos 90, uma versão com moldura de madeira e cobertura de plástico foi introduzida (protótipos deste modelo existem desde os anos 70). Apresenta uma variedade de sons, que incluem a vibração completa (todos os címbalos vibrando juntos), a vibração parcial (um conjunto de címbalos vibrando isoladamente), e o toque sem vibração (nenhum címbalo vibrando). Na primeira metade do século XX era comum a utilização do duff como instrumento solo. Com o início da utilização do Derbak e dos bongôs na segunda metade do século XX, os músicos tiveram que desenvolver técnicas que enfatizassem o som dos címbalos, em vez do som da membrana, para destacar o pandeiro e não duplicar o som de outros instrumentos de percussão.

Estrela


"Não declares que as estrelas estão mortas, só porque o céu está nublado."




Provérbio árabe

Derback


É um tambor de uma cabeça que é tocado com as mãos e tem aproximadamente 40 cm de comprimento, é utilizado sempre pelos conjuntos e orquestras árabes, tem uma forma cilíndrica, com o pescoço afunilado, pode ser tocado tanto solto, apoiado no fêmur esquerdo do músico, e mantido no lugar certo com a parte de baixo do pulso esquerdo ou suspenso por uma corda sobre o ombro esquerdo e levado sobre o braço esquerdo. É batido com ambas as mãos e produz uma variedade incrível de sons, utilizando a cobertura (que pode ser feita de pele de cabra, bezerro ou peixe) ou a moldura. O corpo do instrumento é feito tradicionalmente de argila queimada. Desde meados dos anos 80, a cobertura de pele foi substituída por plástico, e o corpo passou a ser feito em alumínio, tornando-se esta versão a preferida da maior parte dos músicos. Este seria o principal instrumento de percussão da música árabe.

Antes de me criticar....

"Antes de me criticar, faça melhor."


Provérbio árabe
                              
                Bom Final de Semana
                                                        
                         Khadija Saad

Dança do Candelabro ou Castiçal(Raks El Shamadan)

   Habitualmente utilizada em casamentos, nesta dança tradicional egípcia a bailarina equilibra um candelabro com as velas acesas sobre a cabeça e segue em frente ao cortejo dos noivos, iluminando o caminho do casal. Nesta dança, utiliza-se preferencialmente uma música lenta, para acompanhar a delicadeza dos movimentos associados a este instrumento. Dança associada ao elemento Fogo e às Deusas Héstia e Nut.